terça-feira, 12 de março de 2013

Complexos de Édipo


      Depois de ver nos seus clientes o funcionamento perfeito da estrutura tripartite da alma conforme a teoria de Platão, Freud volta à cultura grega em busca de mais elementos fundamentais para a construção de sua própria teoria.
No centro do "Id", determinando toda a vida psíquica, constatou o que chamou Complexo de Édipo, isto é, o desejo incestuoso pela mãe, e uma rivalidade com o pai. Segundo ele, é esse o desejo fundamental que organiza a totalidade da vida psíquica e determina o sentido de nossas vidas. Freud introduziu o conceito na sua  Interpretação dos Sonos (1899). O termo deriva do herói grego Édipo que, sem saber, matou seu pai e se casou com sua mãe. Freud atribui o complexo de Édipo às crianças de idade entre 3 e 6 anos. Ele disse que o estágio geralmente terminava quando a criança se identificava com o parente do mesmo sexo e reprimia seus instintos sexuais. Se o relacionamento prévio com os pais fosse relativamente amável e não traumático, e se a atitude parental não fosse excessivamente proibitiva nem excessivamente estimulante, o estagio seria ultrapassado harmoniosamente. Em presença do trauma, no entanto, ocorre uma neurose infantil que é um importante precursor de reações similares na vida adulta. O Superego, o fator moral que domina a mente consciente do adulto, também tem sua parte no processo de gerar o complexo de Édipo. Freud considerou a reação contra o complexo de Édipo a mais importante conquista social da mente humana. Psicanalistas posteriores consideram a descrição de Freud imprecisa, apesar de conter algumas verdades parciais. 

RAIANE CRISTINA SOARES  

segunda-feira, 11 de março de 2013

Entendendo a Abordagem Psicodinâmica. (Resumo)


  • A abordagem psicodinâmica tenta entender o comportamento em termos do funcionamento da mente, com ênfase na motivação e no papel da experiência passada.
  • A teoria psicanalítica enfatiza a importância do determinismo psíquico e das pulsões inatas, o papel da mente inconsciente e a continuidade do comportamento normal e anormal.
  • Ao discutir o conteúdo da mente, Freud distinguiu entre a mente consciente e o subconsciente (compreendendo no pré- consciente e no inconsciente).
  • A teoria da personalidade de Freud considera o comportamento em termos dos relacionamentos dinâmicos do Id, do Ego e do superego.
  • Freud descreveu o desenvolvimento em termos de cinco fases psicossexuais, distinguidas por mudanças no modo de gratificação básico: oral, anal, fática, de latência e genital. Cada fase é marcada por desafios e por conflitos específicos; destes, o complexo de Édipo (na fase fálica) talvez seja o mais importante em termos do desenvolvimento posterior.
  • A psicanálise, fazendo a suposição do determinismo psíquico, considera que todo comportamento tem significado; consequentemente, Freud observa-va tudo, desde os sonhos até as parapraxias (atos falhos) e a arte como expressões da dinâmica da mente.
  • Lida-se com a ansiedade, que resulta de conflitos internos do individuo, através do uso de vários mecanismos de defesa, como o deslocamento e a repressão, que reduzem a ansiedade distorcendo a realidade, em vez de resolverem o conflito.
  • Embora muito abrangente, a teoria de Freud tem limitações (incluindo problemas de verificabilidade) e, mesmo em seu tempo de vida, teorias concorrentes foram desenvolvidas, inclusive várias por seus ex-discípulos.
  • Os mais conhecidos dos discípulos de Freud são Carl Jung e Alfred Adler, que são considerados teóricos neofreudianos; outros teóricos psicodinâmicos, como Karen Horney e Erik Erikson, são em geral, encarados como teóricos psicodinâmicos não-freudianos. 
  • As teorias psicodinâmicas proporcionam uma abordagem distinta para o entendimento do comportamento; a principal dificuldade é encontrar uma maneira eficaz de avaliar as varias teorias existentes na abordagem. 





Foto: Entre o purgatório e a (psic)análise Olhares.com
Samara Almeida

sábado, 9 de março de 2013

As Estruturas do Aparelho Mental: Ego, Superego e ID -

Freud sugeria, já em seus primeiros trabalhos, a divisão da mente entre uma parte consciente e outra inconsciente. Segundo ele, a parte consciente da nossa mente é a menor delas, revelando apenas uma parte superficial da nossa personalidade. Já a parte inconsciente da mente seria onde nossos instintos herdados da evolução estariam localizados, ou seja, as pulsões que influenciam todo o comportamento humano. Usando a metáfora do iceberg, a parte consciente da nossa mente seria apenas a ponta do iceberg - se comparada com o a parte submersa, ou o inconsciente, o topo do iceberg parece insignificante em comparação com a imensidão e complexidade da parte submersa.

Assim como um Iceberg, nossa mente é muito maior e complexa
do que a superfície deixa transparecer


Nosso aparelho mental é, ainda, dividido em três estruturas básicas: O Ego, ID e Superego. Cada uma delas é responsável por um aspecto da nossa personalidade e são responsáveis pelo modo como interagimos com outras pessoas e com o mundo. Segue abaixo uma breve explicação sobre cada uma dessas estruturas:


O ID: Do alemãe es, "isso". São nossos impulsos mais primitivos, herdados da evolução da espécie (a libido, paixões, agressividade...), nossas pulsões de vida e morte. É regido pelo princípio do prazer e é uma parte totalmente inconsciente da nossa mente.

O Superego: Do alemão Überich, "supereu". Seu conteúdo faz referência à exigências sociais, morais e culturais. O superego nem sempre é consciente e tem como função conter impulsos enviados pelo ID e que vão contra às regras aprendidas de normas morais da sociedade. É responsável por sentimentos como culpa e remorso.

O Ego: Do alemão Ich, "eu", o Ego é o modo como agimos e nos mostramos aos outros. O Ego é regido pela razão: tem como função regular a busca da satisfação de desejos com as exigências morais e valores da sociedade. Ou seja, o Ego existe para equilibrar o os desejos do ID e as exigências do Supergo.


O Ego e o Supergo tem partes conscientes e inconscientes, enquando o ID é insconsciente em sua totalidade.

Devido a essa interação entre as diferentes estruturas, muitas vezes a parte inconsciente ego procura maneiras para proteger-se dos fortes impulsos provenientes do ID, gerando assim os Mecanismos de Defesa da Mente

André Mota

sexta-feira, 8 de março de 2013

MECANISMOS DE DEFESA


 São processos subconscientes que permitem à mente encontrar uma solução para conflitos não resolvidos ao nível da consciência. A psicanálise supõe a existência de forças mentais que se opõem umas às outras e que batalham entre si. Freud utilizou a expressão pela primeira vez no seu "As neuroses e psicoses de defesa", de 1894. Os mecanismos de defesa mais importante são:
Repressão, que é afastar ou recalcar da consciência um afeto, uma idéia ou apelo do instinto. Um acontecimento que por algum motivo envergonha uma pessoa pode ser completamente esquecido e se tornar não evocável.
Defesa de reação, que consiste em ostentar um procedimento e externar sentimentos ambos opostos aos impulsos verdadeiros, quando estes são inconfessáveis. Um pai que é pouco amado, recebe do filho uma atenção por vezes exagerada para que este convença a si mesmo de que é um bom filho.
Projeção. Consiste em atribuir ao outro um desejo próprio, ou atribuir a alguém, algo que justifique a própria ação. O estudante cria o hábito de colar nas provas dizendo, para se justificar, que os outros colam ainda mais que ele.
Regressão é o retorno a atitudes passadas que provaram ser seguras e gratificantes, e às quais a pessoa busca voltar para fugir de um presente angustiante. Devaneios e memórias que se tornam recorrentes, repetitivas. Aplica-se também ao regresso a fases anteriores da sexualidade, como acima..
Substituição. O inconsciente, em suas duas formas, está impedido de manifestar-se diretamente à consciência, mas consegue fazê-lo indiretamente. A maneira mais eficaz para essa manifestação é a substituição, isto é, o inconsciente oferece à consciência um substituto aceitável por ela e por meio do qual ela pode satisfazer o Id ou o Superego. Os substitutos são imagens (representações analógicas dos objetos do desejo) e formam o imaginário psíquico que, ao ocultar e dissimular o verdadeiro desejo, o satisfaz indiretamente por meio de objetos substitutos (a chupeta e o dedo, para o seio materno; tintas e pintura ou argila e escultura para as fezes, uma pessoa amada no lugar do pai ou da mãe, de acordo com as fases da sexualidade, como acima).
Além dos substitutos reais, o imaginário inconsciente também oferece outros substitutos, os mais freqüentes sendo os sonhos, os lapsos e os atos falhos. Neles, realizamos desejos inconscientes, de natureza sexual. São a satisfação imaginária do desejo. Alguém sonha, por exemplo, que sobe uma escada, está num naufrágio ou num incêndio. Na realidade, sonhou com uma relação sexual proibida. Alguém quer dizer uma palavra, esquece-a ou se engana, comete um lapso e diz uma outra que o surpreende, pois nada terá a ver com aquela que queria dizer: realizou um desejo proibido. Alguém vai andando por uma rua e, sem querer, torce o pé e quebra o objeto que estava carregando: realizou um desejo proibido.
Sublimação. A Ética pede a renúncia às gratificações puramente instintuais por outras em conformidade com valores racionais transcendentes. A sublimação constitui a adoção de um comportamento ou de um interesse que possa enobrecer comportamentos que são instintivos de raiz Um homem pode encontrar uma válvula para seus impulsos agressivos tornando-se um lutador campeão, um jogador de fotball ou até mesmo um cirurgião. Para Freud as obras de arte, as ciências, a religião, a Filosofia, as técnicas e as invenções, as instituições sociais e as ações políticas, a literatura e as obras teatrais são sublimações, ou modos de substituição do desejo sexual de seus autores e esta é a razão de existirem os artistas, os místicos, os pensadores, os escritores, cientistas, os líderes políticos, etc.
Transferência. Freud afirmou que a ligação emocional que o paciente desenvolvia em relação ao analista representava a transferência do relacionamento que aquele havia tido com seus pais e que inconscientemente projetava no terapeuta. O impasse que existiu nessa relação infantil criava impasses na terapia, de modo que a solução da transferência era o ponto chave para o sucesso do método terapêutico. Embora Freud demorasse a considerar a questão inversa, a da atratividade do paciente sobre o terapeuta, esse problema se manifestou tão cedo quanto ainda ao tempo das experiência de Breuer, que teria se deixado afetar sentimentalmente por sua principal paciente, Bertha Pappenheim
Os mecanismos de defesa são aprendidos na família ou no meio social externo a que a criança e o adolescente estão expostos. Quando esses mecanismos conseguem controlar as tensões, nenhum sintoma se desenvolve, apesar de que o efeito possa ser limitador das potencialidades do Ego, e empobrecedor da vida instintual. Mas se falham em eliminar as tensões e se o material reprimido retorna à consciência, o Ego é forçado a multiplicar e intensificar seu esforço defensivo e exagerar o seu uso. É nestes casos que a loucura, os sintomas neuróticos, são formados. Para a psicanálise, as psicoses significam um severa falência do sistema defensivo, caracterizada também por uma preponderância de mecanismos primitivos. A diferença entre o estado neurótico e o psicótico seria, portanto, quantitativa, e não qualitativa. 


Raiane Cristina Soares 

quinta-feira, 7 de março de 2013

A estrutura da Psique



  • O Consciente corresponde a dimensão racional da psique. ao nível do consciente tomamos conhecimento da realidade exterior, e também dos nossos conteúdos mentais não recalcados ao nível do inconsciente. Para Freud o consciente tem apenas uma dimensão da psique.
  • O Inconsciente a mais importante instancia da psique, a mais vasta também, no inconsciente esta toda a interpretação para todos os nossos comportamentos. 
  • O pré consciente permite que alguns conteúdos de ambos acima, como por exemplo do inconsciente sejam 'disfarçados' ou 'escondidos' para que não ocorra distúrbios no consciente.



Em fim, quando Freud desenvolveu a teoria psicanalítica, observou que existe um mecanismo de segurança que impede que certos conteúdos 'ameaçadores' cheguem ao consciente, trata se da barreira da censura que é responsável pelo recalcamento desses conteúdos perigosos. 




Agradecimento: 
Francisco Lopes e bioqmed.ufrj.br


Post: Samara Almeida 

O QUE É A PSICANÁLISE

A PSICANÁLISE

É a ciências do inconsciente. É conhecida também como a ciência Arte. È a forma de tratamento das neuroses através do processo de Livre Associação,Interpretação de sonhos, análise dos Atos Falhos e da Resistencia. A Psicanálise foi criada pelo grande médico neurologista judeu/ Austríaco Sigmund Freud, que viveu entre 1856 e 1939. É uma ciência de vanguarda, da maior importância para que o homem se compreenda, se resolva e compreenda o próximo na sociedade em que vive. No dizer de Freud "é a profissão de pessoas que curam alma, que não necessitam ser médicos e que não devem ser sacerdotes". Seu propósito é descobrir, no inconsciente dos seres humanos, suas necessidades, complexos, traumas e tudo que perturbe seu equilíbrio emocional.   
Raiane Cristina soares



segunda-feira, 4 de março de 2013

CONSCIENTE x INCONSCIENTE

Começar a desmistificar o ser criança, foi uma das maiores contribuições da psicanalise. Freud diz que as crianças desde cedo já possuem vontade de fazer sexo e/ou de matar. A sua ideia naquela época, não foi bem recebida, pois as crianças eram vistas como belos anjos puros de pecado que habitam nosso meio. Porém, essa foi a maior das contribuições. Esse desejo de matar e ter nossos pais como nossos companheiros já não mais lembramos pois está localizado em nossa parte inconsciente da psique, mas sabemos que somos como os passarinhos, que tentam matar os irmãozinhos para ter atenção.
Ao longo do tempo nossos comportamentos, tanto os positivos quanto os negativos vão sendo filtrados e selecionados para o nosso bem, é o que chamamos de seleção natural.
Explicando melhor essas seleções sabemos que as funções cerebrais batem na psique e são chamadas de pulsão. Elas vão bater no cérebro e vão gerar a pulsão que vai gerar a energia, essa energia básica que move toda a psique, a chamamos de libido.
CENA PRIMÁRIA
A parte consciente é o que vamos e fazemos atualmente. Nossos desejos mais primatas foram para a parte inconsciente.
Entre eles há uma barreira. É difícil trazer algo do inconsciente para o consciente. São momentos de muita angustia e dor.
A psicoterapia vai trabalhar os meios de defesa, ela vai tentar furar essas barreiras, e não vai ser bom, pois você vai entrar em catártico, que é a superação, o enfrentamento, mas depois que isso passar, ai você vai ficar de boa, e a vida vai seguir.
1ª TÓPICA
O pré-consciente é onde a informação não sofre nenhum problema em vir para o consciente, ela não causa medo.
2ª TÓPICA
Esse parte representativa chamada EGO está dividida, uma parte está no consciente e a sua outra metade,  o SUPEREGO também. A maioria das coisas que fazemos é inconsciente (não sabemos que estamos fazendo).
ID significa ISSO... exatamente ISSO eu não vejo. Eu sei o que é, mas eu não consigo “nomear” . Quando eu nomeio eu consigo trazer pro consciente. Na parte ID, tudo é festa (matar é festa, comer carne é festa).
O EGO sou eu. Ele faz a imediação entre o SUPER EGO (o que devo fazer) – (vontades imediatistas) e a realidade. O EGO é o equilíbrio dos desejos e do mundo real.
O SUPEREGO é o super eu. E ele vem dizer o que eu devo fazer, e se isso é o correto, então eu devo fazer. Pessoas ranzinzas tem o superego elevadíssimo.
Freud entende que o método catártico dele é o mesmo de Breuer. O que ele fez foi apenas interpretar os métodos em 1ª e 2ª tópica.
Então fica assim definido: 
A abordagem da psicologia que traz os comportamentos do inconsciente para o consciente é a psicanálise.
A abordagem da psicologia que constrói primeiro uma regra de comportamentos e os traz para o consciente é o behaviorismo.
Escondemos os conteúdos no inconsciente pois não conseguimos ficar a todo momento lembrando de todas essas coisas (pois são coisas obscuras). Quando tudo começa a ficar mais sério, a mente logo se trata de bloquear esses pensamentos.
O esquecido é algo penoso, resultado de um evento ruim, pode também ser algo bom que se perdera ou que fora intensamente desejado. Freud chamou de repressão esse processo psico que visa encobrir, desaparecer da consciência, uma ideia ou representação insuportável e dolorosa na origem do sintoma.
Define-se então psicanalise enquanto teoria, um conjunto de conhecimentos sistematizados sobre a estrutura e o funcionamento da psique humana. E enquanto método de investigação: método interpretativo, busca de significados.
A maioria dos pensamentos e desejos reprimidos referem-se a conflitos de ordem sexual.
Esses conflitos tem como ocorrência nos primeiros anos de vida. 
A função sexual existe desde o principio da vida não somente a partir da puberdade.



Postagem feita por: Gustavo Nunes


Teorias de Sigmund Freud

 Uma das mais importantes descobertas de Freud é a de que há uma sexualidade infantil: o psiquismo humano forma se a partir dos conflitos que, desde o nascimento, confrontam os instintos sexuais (a libido) e a realidade. pode se dizer que, nos somos o resultado da historia da nossa infância. Outra descoberta é a de que a nossa mente consciente não controla todos nossos comportamentos, ou seja não somos donos de nós mesmos. 
Todos os nossos comportamentos resultam de uma fonte inesgotável e as nossas manifestações resultam de muitas formas. dentro dessa fonte esta EROS nome dado a libido, o desejo sexual; e THANATOS que é impulso de morte, ligado á agressividade.
O inconsciente assemelha se aos conteúdos instintivos da mente, e aos conteúdos recalcados ao longo da historia de vida do individuo, ou seja, conteúdos da nossa infância que hoje repudiamos, como por exemplo o desejo pelo pai ou pela mãe, ou o sentimento de matar. Por isso o inconsciente não esquece nada, todos os incidentes ao longo da vida ficam retidos e estão com a mesma força e vivacidade. O inconsciente é imune ao tempo. 



Fotos: Olhares.com    


Samara Almeida

sexta-feira, 1 de março de 2013

Alguns Métodos psicanalíticos de Sigmund Freud




Agradecimento: 
João Gabriel






Samara Almeida 

A Psicanálise 


Caracteriza-se como uma corrente da psicologia que busca o fundamento oculto dos comportamentos e dos processos mentais, com o objetivo de descobrir e resolver os conflitos intra-psíquicos geradores de sofrimento psíquico. Trata se, ao mesmo tempo, de uma disciplina cientifica que visa descobrir e mapear as estruturas da psique e de um método terapêutico, assente numa relação profunda entre o psicanalista e o paciente.   




From: Francisco Lopes e Olhares.com


Samara Almeida